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	<title>Arquivos brasileiro - Contavel</title>
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		<title>Como Funcionam as Micro e Pequenas Empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elas são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do Produto Interno Bruto brasileiro. Em 2005, eram cerca de 5 milhões de empresas com esse perfil no Brasil. Lá estão o padeiro, o cabeleireiro, o consultor de informática, o advogado, o contador, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Elas
 são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas 
economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do <strong>Produto Interno Bruto brasileiro</strong>.</p>



<p>Em
 2005, eram cerca de 5 milhões de empresas com esse perfil no Brasil. Lá
 estão o padeiro, o cabeleireiro, o consultor de informática, o 
advogado, o contador, a costureira, o consultor econômico ou o dono da 
pousada.</p>



<p>Essenciais
 para a economia brasileira, as micro e pequenas empresas (MPEs) têm 
sido cada vez mais alvo de políticas específicas para facilitar sua 
sobrevivência, como, por exemplo, a <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>, que cria facilidades tributárias como o <strong>Super Simples</strong>.
 As medidas, que vêm de encontro à constatação que boa parte das MPEs 
morrem prematuramente, têm surtido efeito: 78% dos empreendimentos 
abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado, segundo 
pesquisa do Sebrae realizada em agosto de 2007 (o índice anterior era 
50,6%). Essa política também espera tirar uma série de empreendedores da
 <strong>informalidade no Brasil</strong>.</p>



<p>Conheça, então, como funciona a micro ou pequena empresa no Brasil.</p>



<p><strong>Quem são as Micro e Pequenas Empresas</strong><br>
 Há algumas limitações básicas para que uma empresa seja considerada uma
 micro ou pequena empresa (MPEs) no Brasil e, como conseqüência, 
aproveitar algumas vantagens desse status como, por exemplo, a inclusão 
no <strong>Super Simples</strong>. Atualmente, há pelo menos três definições utilizadas para limitar o que seria uma pequena ou micro empresa.</p>



<p>A definição, mais comum e mais utilizada, é a que está na <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>.
 De acordo com essa lei, que foi promulgada em dezembro de 2006, as 
micro empresas são as que possuem um faturamento anual de, no máximo, R$
 240 mil por ano. As pequenas devem faturar entre R$ 240.000,01 e R$ 2,4
 milhões anualmente para ser enquadradas.</p>



<p>Outra
 definição vem do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas 
Empresas (Sebrae). A entidade limita as micro às que empregam até nove 
pessoas no caso do comércio e serviços, ou até 19, no caso dos setores 
industrial ou de construção. Já as pequenas são definidas como as que 
empregam de 10 a 49 pessoas, no caso de comércio e serviços, e 20 a 99 
pessoas, no caso de indústria e empresas de construção.</p>



<p>Já órgãos federais como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) têm outro parâmetro para a concessão de <strong>créditos</strong>.
 Nessa instituição de fomento, uma microempresa deve ter receita bruta 
anual de até R$ 1,2 milhão; as pequenas empresas, superior a R$ 1,2 
milhão e inferior a R$ 10,5 milhões.</p>



<p>Os
 parâmetros do BNDES foram estabelecidos em cima dos parâmetros de 
criação do Mercosul. Com a nova lei, os limites, a princípio, não devem 
mudar, mas haverá adequações estatísticas, segundo o BNDES.</p>



<p>Além
 da definição legal das Micro e Pequenas Empresas (MPE), é importante 
ter em mente qual o perfil desse micro ou pequeno empresário, que é cada
 vez mais importante na estrutura capitalista atual. Genericamente, seu 
nome é o empreendedor.</p>



<p><strong>O Empreendedorismo</strong><br>
 O tema do empreendedorismo não é novo na teoria econômica. Analisando 
as tradicionais formas de capitalismo do século 19 e início do século 
20, o economista tcheco Joseph Schumpeter foi o primeiro a levar a sério
 a força de vontade individual como propulsora de uma economia 
sofisticada como a do capitalismo moderno, onde fatores estruturais 
também influenciam.</p>



<p>Em 1949, Schumpeter definia o empreendedor como &#8220;<strong>aquele
 que destrói a ordem econômica existente através da introdução de novos 
produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização, ou 
pela exploração de novos recursos ou materiais</strong>&#8220;.</p>



<p>Esse capitalista &#8220;<strong>de vanguarda</strong>&#8220;,
 o empreendedor, está no projeto idealizado para as micro e pequenas 
empresas não só no Brasil, mas no mundo todo. França, Inglaterra, 
Estados Unidos e Israel são alguns dos países que têm criado políticas 
públicas para incentivar esse tipo de trabalho.</p>



<p>Como o empreendedorismo é um dos temas importantes da atualidade, há milhares de definições para o empreendedor. Um resumo dos vários conceitos caracteriza o empreendedor como uma pessoa:</p>



<ul><li>Que antecipa tendências;</li><li>Trabalha com vigor e paixão;</li><li>Tem senso de liderança;</li><li>Tem senso de negociação;</li><li>Sabe dividir tarefas e idéias.</li></ul>



<p>Longe
 de ser um dom divino, boa parte dessas características podem ser 
adquiridas com treinamento e desenvolvimento pessoal. Aliás, nenhum 
microempresário nasce sabendo das coisas e sua experiência profissional 
anterior é fundamental para torná-lo um bom empreendedor. No artigo 
sobre idéias de negócios, há alguns pontos para que você possa avaliar 
qual o caminho para ser o dono do seu próprio negócio e um bom 
empreendedor. Outra opção para quem quer ter próprio negócio é optar por
 uma <strong>franquia</strong>. Mesmo que não seja necessariamente uma 
idéia exclusiva do empresário, as características do bom empreendedor 
caem como uma luva para quem quer assumir o desafio de ter uma <strong>franquia</strong>.</p>



<p><strong>As MPEs no Brasil<br> </strong>
 No Brasil, surgem cerca de 460 mil novas empresas por ano. A grande 
maioria é de micro e pequenas empresas. As áreas de serviços e comércio 
são as com maior concentração deste tipo de empresa. Cerca de 80% das 
MPEs trabalham nesses setores. Essa profusão de empresas se deve a 
vários fatores, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e 
Pequenas Empresas (Sebrae).</p>



<p>Desde os anos 90, grandes empresas instaladas no Brasil, acompanhando uma tendência mundial, incentivaram o processo de <strong>terceirização</strong>
 de áreas que não são consideradas essenciais para o seu negócio. Assim,
 começaram a surgir empresas de segurança patrimonial, de limpeza geral.
 Além disso, outras empresas menores, tentando fugir dos encargos 
trabalhistas altíssimos do País (um funcionário chega a custar 120% a 
mais que seu salário mensal), optaram por dispensar seus funcionários e 
contratar micro e pequenas empresas. O Estatuto da Micro e Pequena do 
Brasil, de 1998, já começou a facilitar essa política empresarial.</p>



<p>Além
 disso, o desemprego brasileiro, que historicamente gira em torno de 14%
 &#8211; segundo a metodologia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística), contribuiu para que surgissem mais MPEs. Apesar do sonho 
do seu próprio negócio ser um dos discursos mais comuns entre 
assalariados brasileiros, ser empreendedor (seja micro ou pequeno) é uma
 atividade que ainda tem vários percalços no caminho.</p>



<p><strong>Morte Precoce</strong><br>
 Um dos principais problemas das pequenas e micro empresas brasileiras é
 a sua vida curta. Levantamento do Sebrae, feito entre 2000 e 2002, 
mostra que metade das micro e pequenas empresas fecha as portas com 
menos de dois anos de existência. A mesma entidade levantou o que seriam
 as principais razões, segundo os próprios empresários, para tal. A 
falta de capital de giro foi apontado como o principal problema por 
24,1% dos entrevistados, seguido dos impostos elevados (16%), falta de 
clientes (8%) e concorrência (7%).</p>



<p>Foi olhando esses números que o governo federal criou primeiro o Simples e depois o <strong>Super Simples</strong>,
 que prevê a unificação e diminuição de impostos. Afinal, a mesma 
pesquisa do Sebrae mostra que 25% das empresas que param suas atividades
 não dão baixa nos seus atos constitutivos, ou seja, não fecha 
legalmente sua empresa porque consideram os custos altos. Outras 19% das
 MPEs não fecham por causa do tamanho da burocracia. A <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>
 promete desburocratizar parte do processo. Assim, o Estado brasileiro, 
que tem incentivado este tipo de empresa, começa a mudar algumas coisas 
para facilitar a vida dos empreendedores, seja ajudando eles a 
participar de <strong>licitações públicas</strong>, seja ampliando e facilitando suas <strong>linhas de créditos</strong>.</p>
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