<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Contavel</title>
	<atom:link href="https://www.contavel.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.contavel.com/</link>
	<description>Escritório de Contabilidade</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Mar 2020 09:14:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Relação de Documentos Contábeis</title>
		<link>https://www.contavel.com/relacao-de-documentos-contabeis/</link>
					<comments>https://www.contavel.com/relacao-de-documentos-contabeis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[contábeis]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[relação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/contavel/?p=76</guid>

					<description><![CDATA[<p>Comunicamos a todos os nossos clientes, os documentos necessários para realização da contabilidade e ao mesmo tempo aproveitamos para fazer algumas recomendações que sempre são válidas acerca do assunto. Os documentos podem ser divididos em Documentos Contábeis e Documentos Legais. Documentos Contábeis Os documentos contábeis devem ser arquivados em ordem cronológica de data, em alguns [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/relacao-de-documentos-contabeis/">Relação de Documentos Contábeis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comunicamos a todos os nossos clientes, os documentos necessários para realização da contabilidade e ao mesmo tempo aproveitamos para fazer algumas recomendações que sempre são válidas acerca do assunto.<br>
Os documentos podem ser divididos em Documentos Contábeis e Documentos Legais.</p>



<p><strong>Documentos Contábeis</strong><br> Os documentos contábeis devem ser arquivados em ordem cronológica de data, em alguns casos em ordem cronológica de lançamentos nos livros fiscais, separados e arquivados por mês, por trimestre ou por ano, de conformidade com o volume de documentos de cada empresa .</p>



<p><strong>Os principais documentos contábeis são:</strong></p>



<ul><li>Água;</li><li>Aluguéis;</li><li>Extratos bancários;</li><li>Duplicatas pagas;</li><li>Comprovantes de despesas/custos;</li><li>Cópias de cheques;</li><li>Comprovantes de débitos/créditos bancários;</li><li>Outros documentos contabilizados;</li><li>Notas de compra/serviços;</li><li>Notas de vendas/serviços;</li><li>Luz;</li><li>Telefone.</li></ul>



<p><strong>Prazos para guardar documentos:</strong> A legislação estabelece diferentes prazos de manutenção e guarda de documentos e livros fiscais. Existem, inclusive, situações em que um mesmo documento tem mais de um prazo fixado. Isto ocorre em virtude das várias normas legais e dos vários ramos envolvidos (societário, tributário, trabalhista, previdenciário, etc.).</p>



<p><strong>Outras Recomendações</strong></p>



<p><strong>Documentos Básicos de Contabilidade (mais comuns):</strong></p>



<ul><li>Cópia do comprovante de pagamento de Impostos;</li><li>Notas Fiscais de Aquisição de Material de uso permanente (é necessário identificar no documento que é imobilização);</li><li>NF/ECF/Recibos de Despesas;</li><li>NF/ ECF/Recibos de outros tipos de operações financeiras;</li><li>Cópia do comprovante de pagamento de Salários e adiantamentos;</li><li>Informação ou Boletim de ocorrência de perda/roubo de material/maquinas/veículos;</li><li>Relação de controle de recebimento dos Clientes (quando a cobrança exige).</li></ul>



<p><strong>Se trabalha com bancos</strong></p>



<ul><li>Cópia ou Extrato das contas correntes / outras contas bancárias;</li><li>Cópia ou Extrato/Resumo das aplicações e rendimentos de aplicações;</li><li>Cópia ou Extrato das movimentações com cartão de crédito;</li><li>Cópia ou Extrato da Cobrança bancária.</li></ul>



<p><strong>Empresa prestadora de serviços</strong></p>



<ul><li>Notas fiscais de serviço.</li></ul>



<p><strong>Empresa com mercadorias</strong></p>



<ul><li>Pagamento de fornecedores;</li><li>Controle de estoque [ ] mensal [ x ] anual;</li><li>Movimento Fiscal (notas fiscais de compra / venda / outras).</li></ul>



<p>Nesta lista não estão esgotados todos os documentos, mas aqueles mais comuns. Convém lembrar de remeter a informação ou cópia de todo material relevante às informações contábeis e financeiras.</p>



<p>A qualidade e a veracidade das informações está limitada à documentação para nós enviada. Isto é, uma empresa que consegue comprovantes de tudo (tudo mesmo) que paga, e remete as informações das operações financeiras de forma clara e completa, terá automaticamente na contabilidade um controle destes pagamentos, terá informações sobre evolução dos saldos das contas, qual despesa/custo &#8216;pesou&#8217; mais em determinado período, informação sobre distorções financeiras, qual a participação das despesas, entre outros.</p>



<p>Ao mesmo tempo, se a empresa não remete todos os documentos para a Rimax, ou estes não refletem a realidade da empresa, a contabilidade servirá apenas como instrumento legal, ou meramente fiscal, não originando muitos dados/informações para auto-controle, crítica ou avaliação.</p>



<p>Empresas que não tem funcionários, operadas apenas pelos sócios, muitas vezes tem mais dificuldades de guardar/enviar Notas Fiscais de despesas, aquisições, etc… É comum esquecer de pegar/guardar a Nota Fiscal/Recibo/Comprovante de Pagamento. E em outros casos, quando o(s) sócio(s) afirma(m) não ter separação entre pessoa física e jurídica, é aconselhável pensar o que se gasta/paga para trabalhar (luz, aluguel, material de escritório, suprimentos de informática, gasolina, estacionamento, almoço, jornal/revistas, associações e sindicatos, manutenção de máquinas e ferramentas, brindes p/clientes, …) e criar uma rotina de pedir notas fiscais.</p>



<p>Guardar Notas Fiscais do Imobilizado (Ativo Permanente = Bens duráveis ou semi-duráveis) que são utilizados no processo de trabalho (móveis, utensílios, máquinas, ferramentas, veículos, patentes, softwares), ou que constituam o próprio local (imóveis, instalações) seja serviço ou mercadoria, seja em casa ou sede da empresa. Muitas vezes a empresa não imobiliza os bens na contabilidade e ao mesmo tempo aparece um saldo de caixa alto no balancete. Também é importante para casos de transporte de máquinas/outros, quando a empresa não tem nota de mercadoria ou transporte.</p>



<p>Ainda do Imobilizado, remeter cópia de documentos de transferência de Veículos, para que seja feito o lançamento de compra e venda do automóvel, lembrando que a venda de veículos acima de <strong>R$ 28.000,00</strong> (ano 2007) deve ser feita com certidões negativas da empresa. Convém nestes casos, salvo empresas 100% em dia, não fazer a compra em nome da empresa.</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/relacao-de-documentos-contabeis/">Relação de Documentos Contábeis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.contavel.com/relacao-de-documentos-contabeis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei Geral para Micro e Pequena Empresa</title>
		<link>https://www.contavel.com/lei-geral-para-micro-e-pequena-empresa/</link>
					<comments>https://www.contavel.com/lei-geral-para-micro-e-pequena-empresa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[micro]]></category>
		<category><![CDATA[pequena]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/contavel/?p=72</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em dezembro de 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (123/06). Reivindicada por vários setores econômicos do País, a lei regulariza e amplia, em boa parte dos casos, as vantagens da maioria das micro e pequenas empresas (MPEs), que representam mais de 90% das empresas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/lei-geral-para-micro-e-pequena-empresa/">Lei Geral para Micro e Pequena Empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em  dezembro de 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a  Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (123/06). Reivindicada por  vários setores econômicos do País, a lei regulariza e amplia, em boa  parte dos casos, as vantagens da maioria das micro e pequenas empresas  (MPEs), que representam mais de 90% das <strong><a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=3">empresas</a></strong> existentes no País. Ela cria uma série de facilidades tributárias e de negócios, como o tratamento diferenciado em <strong>licitações públicas</strong>. Estas, complementaremente, foram regulamentadas pelo <strong><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/_Ato2007-2010/2007/Decreto/D6204.htm" target="_blank">Decreto nº 6.204, publicado em 5 de setembro de 2007</a></strong>.<br> <br>  A lei geral faz parte de um processo de articulação que começou há  várias anos. O projeto foi aprovado com relativa rapidez e facilidade,  afinal, ele começou a tramitar em 2005 e o Senado aprovou-o por  unanimidade.<br> <br> Obviamente, outras leis anteriores já iniciavam o  processo de regulamentação dessas empresas como o Estatuto Nacional da  Micro e Pequena Empresa, de 1998, cujas inovações foram incorporadas na  nova lei. Além disso, o projeto da pré-empresa, que tramitava no  Congresso, foi incorporado.<br> <br> O governo afirma que terá uma  renúncia fiscal inicial de R$ 5,4 bilhões ao ano. No decorrer dos anos,  no entanto, a projeção é que a nova Lei vai tirar da <strong>informalidade</strong> cerca de 1 milhão de empresas.<br> <br> Em vigor no dia 1º de julho de 2007, o <strong>Super Simples</strong> é um dispositivo que cria uma série de facilidades tributárias para as MPEs que se enquadrarem.<br> <br>  A grande maioria do setor empresarial brasileiro aplaudiu a criação da  lei. Alguns setores, como parte dos representantes dos trabalhadores,  consideram que a nova lei retira direito dos trabalhadores, além de  facilitar a lavagem de dinheiro. Na imprensa, a lei foi chamada de  minireforma tributária.<br> <br> A seguir, conheça um pouco mais sobre a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. <br> <br> <strong>Quem se Enquadra</strong><br>  A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas delimita essa categoria como  as que faturam até R$ 2,4 milhões anuais, ficando assim divididas:<br> <br> <strong>Microempresa &#8211;</strong> pessoa jurídica que fatura até R$ 240 mil ao ano<br> <strong>Pequena empresa &#8211; </strong>pessoa jurídica que fatura mais de R$ 240.00,01 até R$ 2,4 milhões ao ano.<br> <br>  As regras para mudança de status da empresa são praticamente  automáticas. Assim, se a microempresa faturar mais que o limite durante  um ano passa automaticamente no próximo ano a ser pequena empresa e  vice-versa. No caso da pequena empresa que passar do faturamento de R$  2,4 milhões, ela está excluída do sistema no ano seguinte. Quem tentar  continuar se beneficiando do status de MPEs sem estar enquadrado será  multado.<br> <br> </p>



<p>Além disso, mesmo empresas com esses valores de  faturamento podem não estar enquadradas dentro dos benefícios da Lei  Geral, porque há outras limitações. Resumidamente, não estão dentro  desse enquadramento:</p>



<ul><li>Empresas que tenham participação de outra empresa</li><li>Empresas que representam pessoas jurídicas com sede em outro país</li><li>Se um dos sócios já tiver uma empresa que já está enquadrada na lei</li><li>Se um dos sócios participar (com mais de 10%) de uma outra empresa que  ultrapassa o limite de faturamento para micro e pequenas Empresas</li><li>Se a empresa surgiu da cisão de uma outra empresa<br>
-Se a empresa trabalha apenas com produtos financeiros como casas de câmbio, seguradoras ou distribuidora de títulos</li></ul>



<p>É bom lembrar que algumas empresas podem estar enquadradas na Lei  Geral, mas podem estar excluídas de parte dos benefícios como o <strong>Super Simples</strong>.<br> <br> <strong>Desburocratização</strong><br>  Com a nova lei, a intenção do governo federal é desburocratizar a  abertura, fechamento e manutenção de uma empresa. Entre as medidas a  serem tomadas, está a unificação do registro no âmbito federal,  municipal e estadual. Essa unificação vai depender da articulação das  três esferas e de regulamentação.<br> <br> <strong>Nomeando</strong><br> A partir da Lei Geral, as micro e pequenas empresas vão poder usar a  terminação ME para microempresa e EPP para empresa de pequeno porte.  Elas também estão dispensadas de colocar o objeto da empresa no seu  nome. <br> <br> <strong>Outras medidas e que já têm sido adotadas para desburocratizar são:</strong><br> A partir de agora, a empresa não precisa de autorizações prévias da  Prefeitura como atestados de segurança sanitária, controle ambiental e  prevenção contra incêndios para começar a funcionar. A documentação pode  ser feita até seis meses depois da abertura da empresa. Isso se a  atividade não apresentar alto risco;<br></p>



<p>O empresário não precisa de declarações oficiais de antecedente  criminal, de provas de quitação de tributos administrativos,  previdenciários ou trabalhistas tanto para abrir quanto para fechar a  empresa. Isso não quer dizer que ele não responderá sobre as  irregularidades e contravenções de outro modo;<br>  Não é preciso mais apresentar contrato de locação ou escritura de propriedade do imóvel, onde vai funcionar a empresa;<br>  Os empresários não precisam comprovar contribuição a órgãos de classe.<br> <br>A Lei Geral também prevê facilidades para o dia-a-dia das empresas. As principais são na esfera trabalhista e de <strong>crédito</strong>, além de outras medidas como:<br> Os sócios das MPEs estão dispensados de assembléias para tomada de  decisões com exceção de exclusão de sócio por justa causa, além de  qualquer outra ocasião prevista no contrato social;<br> As MPEs estão dispensadas de publicar em jornais convocações de  assembléias, sendo estipulado no contrato a forma das convocações;<br>Quando a MPE é protestada, algumas facilidades são dadas. Não é preciso  usar cheque administrativo para quitar a dívida, as taxas foram  reduzidas a 1% dos emolumentos de protesto (em outras palavras, gastos  do protesto), limitado em até R$ 200 e o nome da empresa sai do protesto  antes mesmo da anuência do credor;<br> O Estatuto das MPEs já tinha e a Lei Geral manteve o acesso das microempresas aos Juizados Especiais de Pequenas Causas.<br> <br> <strong>Para fechar a empresa, foram também previstas algumas facilidades:<br> </strong>As empresas que não tiveram movimentação financeira por mais de três  anos podem dar baixa no registro sem precisar pagar taxas, outros  débitos e multas que seriam decorrente desse período de 36 meses;<br>Os órgãos responsáveis terão 60 dias para recorrer por algum motivo do  fechamento da empresa, sendo, depois, a baixa automática;<br>Como já foi dito, o empresário não precisa de declarações oficiais de  antecedente criminal, de provas de quitação de tributos administrativos,  previdenciários ou trabalhistas tanto para abrir quanto para fechar a  empresa. Isso não quer dizer que ele não responderá sobre as  irregularidades e contravenções.<br> <br> <strong>Regras Trabalhistas</strong><br> A nova Lei mantém algumas das facilidades previstas no Estatuto das  Micro e Pequenas Empresas para a sua relação com os seus funcionários.  Assim, o sócio não precisa:</p>



<ul><li>Anotar férias em livros de registro do Trabalho;</li><li>Comunicar férias coletivas ao Ministério do Trabalho;</li><li>Matricular aprendizes em curso do Serviço Nacional de Apredizagem.</li></ul>



<p><strong>Além disso, outras novidades surgiram como:</strong><br>A possibilidade de criação de consórcios entre micro e pequenas para organizar o serviços de segurança e sáude no trabalho;<br>A possibilidade do empresário nomear outra pessoa para comparecer e  responder em seu lugar em caso de pendências na Justiça do Trabalho,  evitando assim que o empresário tenha, por exemplo, que se ausentar do  seu negócio;<br>Os fiscais, sejam trabalhistas, de segurança ou outra natureza, devem  priorizar a fiscalização educativa, assim multa ou autuação só a partir  da segunda vez que é encontrada a irregularidade.<br> <br><strong>Outros Incentivos</strong><br>Algumas medidas da nova lei pretendem facilitar a vida em outras esferas. No caso dos <strong>créditos para micro e pequenas empresas</strong>, a possibilidade de <strong>cooperativas de crédito</strong>,  cujos associados sejam micro ou pequenas empresas, usarem o Fundo de  Amparo ao Trabalhador (FAT) para conseguir o crédito. Em 2007, a  estimativa é que havia R$ 150 bilhões de recursos nesse fundo. Antes da  lei, apenas bancos públicos disponibilizavam empréstimos baseados no  FAT. A principal vantagem desse crédito é que os juros praticados são  baixos 0,5% a 0,9% ao mês.<br> <br>Outro incentivo importante é que, a  partir de agora, todos os institutos de ensino e pesquisa ligados ao  governo devem disponibilizar 20% do seu orçamento para projetos voltados  às micro e pequenas empresas (MPEs), por exemplo, em <strong>incubadoras de empresas</strong>. Para efetivar a determinação, é preciso, no entanto, a mobilização dessas instituições.<br> <br>As compras para o governo são uma das grandes inovações da lei.  Facilidades como regularização tributária das MPEs após o anúncio do  vencedor da <strong>licitação</strong> e o empate técnico entre MPEs e  outras empresas não precisam de regulamentação. Outros artigos sobre  licitações ainda precisam de regulamentação, assim como outras vantagens  previstas na lei geral.<br> <br> <strong>A Ser Regulamentado</strong><br>Algumas outras medidas devem facilitar a vida das micro e pequenas  empresas (MPEs), mas ainda precisam ser regulamentadas ou trabalhadas  por órgãos responsáveis para que se efetive como: Criação de consórcios  para participação em compras e vendas internacionais;<br> Criação das cédulas de crédito microempresarial, que são direitos  creditórios quando o órgão público não pagar empenhos liquidados em até  30 dias;<br>No caso das <strong>licitações públicas</strong>,  alguns itens ainda precisam de regulamentação como os critérios de  exclusividade das MPEs para acessos às licitações para contratações até  R$ 80 mil ou subcontratação de MPEs em grandes licitações.<br> <br><strong>Pré-empresa</strong><br>Outro item previsto na lei geral que precisa de regulamentação é o caso  da pré-empresa, que é considerada como uma empresa (de apenas uma  pessoa) em fase de formalização, cuja receita bruta anual seja de até R$  36 mil.<br> <br>Este empreendedor poderá optar por fornecer nota  fiscal avulsa obtida junto às secretarias de Fazenda ou Finanças dos  estados ou dos municípios. A comprovação da sua receita pode ser feita  sem a necessidade de nota fiscal. Ele também poderá contribuir para o  INSS com 11% sobre o valor correspondente ao limite mínimo mensal do  salário de contribuição e está dispensado do pagamento das contribuições  de 0,5% sobre o FGTS do empregado e de 10% sobre a multa rescisória da  dispensa de empregado sem justa causa.</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/lei-geral-para-micro-e-pequena-empresa/">Lei Geral para Micro e Pequena Empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.contavel.com/lei-geral-para-micro-e-pequena-empresa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Informações Contábeis</title>
		<link>https://www.contavel.com/informacoes-contabeis/</link>
					<comments>https://www.contavel.com/informacoes-contabeis/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[contábeis]]></category>
		<category><![CDATA[contador]]></category>
		<category><![CDATA[empresário]]></category>
		<category><![CDATA[infomações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/contavel/?p=70</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que o Empresário deve cobrar de seu Contador. Não existe coisa mais frustrante para qualquer profissional honesto que ser nivelado e comparado com aquele que só tenta tirar vantagem sobre o empresário, seu cliente Tudo que você fala soa como uma trapaça. Não poucos acham que pagam para você não fazer nada ou que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/informacoes-contabeis/">Informações Contábeis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O
 que o Empresário deve cobrar de seu Contador. Não existe coisa mais 
frustrante para qualquer profissional honesto que ser nivelado e 
comparado com aquele que só tenta tirar vantagem sobre o empresário, seu
 cliente</strong><br> Tudo que você fala soa como uma trapaça. Não 
poucos acham que pagam para você não fazer nada ou que quanto menos você
 fizer, melhor. Muitos atendem que suas orientações visam basicamente o 
lucro, não o cumprimento de uma obrigação legal. Se um novo cliente e, 
portanto, ainda desconhecido por uma fiscalização ou notificação, 
descobrir que você não cumpriu alguma obrigação acessória, a guerra 
começa. O mais comum, porém, é todos considerarem sua estimativa de 
honorários absurda, por compará-la a de outros que, certamente compensam
 o baixo valor cobrado sujeitando o cliente a multas e fiscalizações 
desnecessárias.</p>



<p>Esse
 trabalho pretende facilitar o entendimento de todos, principalmente do 
empresário que imagina as microempresas isentas de qualquer obrigação.</p>



<p>Não
 da experiência de outros colegas de profissão, mas muitas vezes, o 
cliente mais difícil é aquele que se julga quase imune a todas as 
obrigações e, portanto, administra sua documentação à sua conveniência, 
sem facilitar ao mínimo o trabalho do contador.</p>



<p>Dada
 a freqüência dessas situações, editamos um livreto que lista e explica 
as obrigações básicas exigidas da maioria das empresas, os quais nós, 
contadores, por conseqüência, devemos atender.</p>



<p>Grande
 parcela desses 56 itens não se refere a impostos, mas a obrigações 
acessórias, como declarações e livros fiscais, portanto, desconhecidos 
da maioria que devem ser entregues periodicamente e podem ou não ter 
sido fiscalizados durante um certo período.</p>



<p>Vale
 comentar que o tempo deixou de ser aliado, pois a maioria das 
obrigações é processada eletronicamente. Isso facilita o trabalho das 
autoridades que, hoje em dia, fiscalizam as exceções identificadas pelo 
controle eletrônico, a famosa malha fina.</p>



<p>É
 importantíssimo ressaltar que grande parte desses itens serão 
necessários para o encerramento da empresa e respectivas baixas nos 
órgãos competentes. Portanto, sua elaboração e guarda se fazem 
imprescindíveis mesmo com a empresa inativa. Alguns deles, como os 
relativos às áreas trabalhista e previdenciária, devem ser mantidos 
quase eternamente.</p>



<p>Quadro Sinótico de Obrigações das Pessoas Jurídicas e Equiparadas:<br> <strong>1.</strong> Estatuto ou Contrato Social<br> <strong>2.</strong> Contabilidade<br> <strong>3.</strong> Balanço<br> <strong>4.</strong> Livro Diário<br> <strong>5.</strong> Livro Razão<br> <strong>6.</strong> Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda das Pessoas Físicas<br> <strong>7.</strong> DIRF<br> <strong>8.</strong> Imposto de Renda Retido na Fonte<br> <strong>9.</strong> Livro de Inspeção do Trabalho<br> <strong>10.</strong> Livro de Registro de Empregados<br> <strong>11.</strong> Folha de Pagamentos<br> <strong>12.</strong> GPS<br> <strong>13.</strong> GFIP<br> <strong>14.</strong> GRFP<br> <strong>15.</strong> CAGED<br> <strong>16.</strong> Rais<br> <strong>17.</strong> Contribuição Sindical<br> <strong>18.</strong> Contribuição Confederativa<br> <strong>19.</strong> Contribuição Assistencial<br> <strong>20.</strong> Contribuição Associativa<br> <strong>21.</strong> NR-7<br> <strong>22.</strong> NR-9<br> <strong>23.</strong> Informes de Rendimentos das Pessoas Físicas<br> <strong>24.</strong> Informes de Rendimentos das Pessoas Jurídicas<br> <strong>25.</strong> DIPJ<br> <strong>26.</strong> Lalur<br> <strong>27.</strong> Imposto de Renda &#8211; PJ<br> <strong>28.</strong> CSLL<br> <strong>29.</strong> PIS sobre o Faturamento<br> <strong>30.</strong> PIS sobre a Folha de Pagamento<br> <strong>31.</strong> Cofins<br> <strong>32.</strong> DCTF<br> <strong>33.</strong> Simples Federal<br> <strong>34.</strong> Rubrica no Balanço<br> <strong>35.</strong> DIPI<br> <strong>36.</strong> Livro de Registro de Apuração do IPI<br> <strong>37.</strong> Livro de Registro de Entradas (IPI)<br> <strong>38.</strong> Livro de Registro de Saídas (IPI)<br> <strong>39.</strong> Livro de Registro e Controle da Produção e do Estoque<br> <strong>40.</strong> IPI<br> <strong>41.</strong> Guia de Apuração Mensal<br> <strong>42.</strong> Livro de Apuração do ICMS<br> <strong>43.</strong> Livro de Registro de Entradas(ICMS)<br> <strong>44.</strong> Livro de Registro de Saídas (ICMS)<br> <strong>45.</strong> ICMS<br> <strong>46.</strong> ICMS em Substituição Tributária<br> <strong>47.</strong> Guia de Apuração Anual &#8211; Simples Paulista<br> <strong>48.</strong> Livro de Registro de Inventário<br> <strong>49.</strong> Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (estadual)<br> <strong>50.</strong> Livro Modelo 6<br> <strong>51.</strong> Livro de Registro Modelos 51 e 53<br> <strong>52.</strong> Livro Termo de Ocorrência<br> <strong>53.</strong> ISS<br> <strong>54.</strong> Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (municipal)<br> <strong>55.</strong> ISS Simples<br> <strong>56.</strong> Livro Caixa<br> <br> <strong>Fonte:</strong> Guia do usuário dos serviços prestados pelos contabilistas. CRC-SP</p>



<p><strong>Pequenas e médias empresas terão que divulgar balanço ao mercado de crédito e investimento</strong><br> A partir deste ano, as pequenas e médias empresas terão que obrigatoriamente divulgar para o mercado de <strong>crédito</strong> e <strong>investimento</strong> o <strong>balanço</strong>
 patrimonial e a situação real da empresa. A medida decorre da aplicação
 das Normas Internacionais de Contabilidade (IRFS) e tem o objetivo de 
tornar o processo de Balanço contábil mais transparente e passar 
informações confiáveis ao mercado. A medida irá aproximar investidores e
 pequenos e médios empresários.</p>



<p>Criada
 em 2001, no Brasil, a norma começou a ser aplicada em 2007 nas grandes 
empresas, companhias abertas e instituições financeiras e, neste ano, 
chegou à micro, médias e pequenas empresas que representam 99% das 
companhias brasileiras.</p>



<p>Segundo o presidente do Banco Nacional de <strong>Desenvolvimento Econômico</strong>
 e Social (BNDES), Luciano Coutinho, ao adotar o IRFS o pequeno 
empresário irá se adequar à sua própria realidade e à sua própria esfera
 de possibilidade econômica. A adoção dessas normas visa a apresentar 
boas empresas para o mercado de credores e passar confiança para os 
investidores. Além disso, facilitará ao empreendedor o acesso a capital.</p>



<p>A IRFS visa atrair investidores, estimular o crédito e a criar a possibilidade de <strong>Expansão</strong>
 dessas pequenas empresas para que elas contribuam para o setor 
econômico e de geração de emprego. Segundo o presidente do Conselho 
Federal dos Contadores (CFC), Juarez Dominguez, &#8220;a promoção da 
informação de qualidade e a transparência da demonstração financeira de 
uma empresa gera confiança aos investidores, e estimula o <strong>Desenvolvimento Econômico</strong> sustentável do país a longo e médio prazos&#8221;.</p>



<p><strong>Responsabilidade
 dos sócios pelas obrigações tributárias da empresa. A história antiga, a
 despeito de alguns relatos esporádicos, não é suficiente detalhada 
sobre aspectos e costumes tributários dos povos</strong><br> A história 
antiga, a despeito de alguns relatos esporádicos, não é suficiente 
detalhada sobre aspectos e costumes tributários dos povos, porém, até 
onde chegar as informações, e particularmente a partir do que se conhece
 sobre a experiência de judeus, gregos e, de forma mais completa, dos 
romanos, constata-se uma relação tensa, em que os interesses 
contrastantes acabam por gerar uma superestrutura de princípios, normas e
 limitações que formam o arcabouço do direito tributário contemporâneo. 
Verifica-se, assim, que não importa o grau de desenvolvimento econômico 
ou cultural dos povos, o objetivo de pagar sempre menos impostos é uma 
constante na sociedade, ainda mais quando se sabe que nem sempre os 
tributos são destinados às necessidades do Estado, mas apenas aos 
interesses privados dos detentores do poder, mesmo que se rotulem tais 
interesses de interesses públicos. Desta forma, portanto, o ato de pagar
 impostos nunca foi simpático ao contribuinte, particularmente os 
injustos e os iníquos, vez que este ato é tido como norma de rejeição 
social.</p>



<p>Assim
 é que, no que tange às dívidas fiscais das empresas, o fisco muitas das
 vezes, com o intuito de exigir o tributo a qualquer preço, desrespeitam
 as normas jurídicas, exercendo ilegalmente sobre os sócios, excessiva 
pressão ameaçando tomar-lhe os bens pessoais. Neste caso, ao revés do 
que pretende o fisco, a legislação tributária possui regras específicas,
 que delineiam de forma objetiva a responsabilidade dos sócios pelos 
débitos fiscais da sociedade de que faz parte. Assim, de acordo com 
ordenamento jurídico-tributário, os sócios (administradores, diretores 
ou representantes da pessoa jurídica), são responsáveis, por 
substituição, pelos créditos correspondentes às obrigações tributárias 
da empresa, somente nas hipóteses de prática de ato ou fato eivado de 
excesso de poderes ou com infração de lei, contrato social ou estatutos,
 na forma do que está estabelecido no art. 135, III, do CTN. Com efeito,
 nas sociedades empresariais, é o patrimônio social que responde sempre e
 integralmente pelas dívidas sociais, e não o patrimônio pessoal do 
sócio-administrador. Nesse contexto, portanto, a imputação de 
responsabilidade ao sócio por dívidas da sociedade, é sempre 
subsidiária, sujeita à incontestável verificação de que este usou a 
pessoa jurídica em proveito de interesse pessoal seu ou de terceiros, 
causando prejuízo àquela e aos seus credores. De conseguinte, para que a
 responsabilidade se desloque do contribuinte (empresa) para o terceiro 
(sócio), é preciso que o ato por este praticado escape totalmente das 
atribuições de gestão ou administração, o que freqüentemente ocorre em 
situações nas quais a pessoa jurídica é vítima de ilicitude praticada 
pelo sócio-administrador.</p>



<p>Demais,
 o não recolhimento de tributo, por si só, não constitui infração à lei,
 suficiente a ensejar a responsabilidade solidária dos sócios. Sendo 
assim, quando a empresa deixa de recolher o tributo na data do 
respectivo vencimento, a impontualidade ou a inadimplência é da pessoa 
jurídica, e não do sócio. Desta forma, quem está obrigada a recolher os 
tributos devidos pela empresa é a pessoa jurídica; e, não obstante ela 
atue por intermédio do seu sócio, administrador ou diretor, a obrigação 
tributária é daquela, e não deste. Ressalte-se, portanto, que o ponto 
central para que ocorra a responsabilização dos sócios pelas obrigações 
tributárias da empresa, é que haja comprovação de infração à lei 
praticada pelo sócio/dirigente. Quer dizer, se inexistir esse ato 
irregular, não caberá a invocação do preceito em tela. Em conclusão, 
podemos afirmar, finalmente, que os bens dos sócios da pessoa jurídica 
empresarial não respondem, em caráter solidário, pelas dívidas fiscais 
assumidas pela sociedade, tendo em vista que a responsabilidade 
tributária imposta aos sócios, administrador, diretor ou equivalente 
somente se aplica quando há infração à lei, ao contrato social ou de 
estatuto, plena e cabalmente provado consoante o estabelecido no art. 
135 do CTN.</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/informacoes-contabeis/">Informações Contábeis</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.contavel.com/informacoes-contabeis/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Funcionam as Micro e Pequenas Empresas</title>
		<link>https://www.contavel.com/como-funcionam-as-micro-e-pequenas-empresas/</link>
					<comments>https://www.contavel.com/como-funcionam-as-micro-e-pequenas-empresas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[micro]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/contavel/?p=67</guid>

					<description><![CDATA[<p>Elas são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do Produto Interno Bruto brasileiro. Em 2005, eram cerca de 5 milhões de empresas com esse perfil no Brasil. Lá estão o padeiro, o cabeleireiro, o consultor de informática, o advogado, o contador, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/como-funcionam-as-micro-e-pequenas-empresas/">Como Funcionam as Micro e Pequenas Empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Elas
 são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas 
economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do <strong>Produto Interno Bruto brasileiro</strong>.</p>



<p>Em
 2005, eram cerca de 5 milhões de empresas com esse perfil no Brasil. Lá
 estão o padeiro, o cabeleireiro, o consultor de informática, o 
advogado, o contador, a costureira, o consultor econômico ou o dono da 
pousada.</p>



<p>Essenciais
 para a economia brasileira, as micro e pequenas empresas (MPEs) têm 
sido cada vez mais alvo de políticas específicas para facilitar sua 
sobrevivência, como, por exemplo, a <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>, que cria facilidades tributárias como o <strong>Super Simples</strong>.
 As medidas, que vêm de encontro à constatação que boa parte das MPEs 
morrem prematuramente, têm surtido efeito: 78% dos empreendimentos 
abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado, segundo 
pesquisa do Sebrae realizada em agosto de 2007 (o índice anterior era 
50,6%). Essa política também espera tirar uma série de empreendedores da
 <strong>informalidade no Brasil</strong>.</p>



<p>Conheça, então, como funciona a micro ou pequena empresa no Brasil.</p>



<p><strong>Quem são as Micro e Pequenas Empresas</strong><br>
 Há algumas limitações básicas para que uma empresa seja considerada uma
 micro ou pequena empresa (MPEs) no Brasil e, como conseqüência, 
aproveitar algumas vantagens desse status como, por exemplo, a inclusão 
no <strong>Super Simples</strong>. Atualmente, há pelo menos três definições utilizadas para limitar o que seria uma pequena ou micro empresa.</p>



<p>A definição, mais comum e mais utilizada, é a que está na <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>.
 De acordo com essa lei, que foi promulgada em dezembro de 2006, as 
micro empresas são as que possuem um faturamento anual de, no máximo, R$
 240 mil por ano. As pequenas devem faturar entre R$ 240.000,01 e R$ 2,4
 milhões anualmente para ser enquadradas.</p>



<p>Outra
 definição vem do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas 
Empresas (Sebrae). A entidade limita as micro às que empregam até nove 
pessoas no caso do comércio e serviços, ou até 19, no caso dos setores 
industrial ou de construção. Já as pequenas são definidas como as que 
empregam de 10 a 49 pessoas, no caso de comércio e serviços, e 20 a 99 
pessoas, no caso de indústria e empresas de construção.</p>



<p>Já órgãos federais como Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) têm outro parâmetro para a concessão de <strong>créditos</strong>.
 Nessa instituição de fomento, uma microempresa deve ter receita bruta 
anual de até R$ 1,2 milhão; as pequenas empresas, superior a R$ 1,2 
milhão e inferior a R$ 10,5 milhões.</p>



<p>Os
 parâmetros do BNDES foram estabelecidos em cima dos parâmetros de 
criação do Mercosul. Com a nova lei, os limites, a princípio, não devem 
mudar, mas haverá adequações estatísticas, segundo o BNDES.</p>



<p>Além
 da definição legal das Micro e Pequenas Empresas (MPE), é importante 
ter em mente qual o perfil desse micro ou pequeno empresário, que é cada
 vez mais importante na estrutura capitalista atual. Genericamente, seu 
nome é o empreendedor.</p>



<p><strong>O Empreendedorismo</strong><br>
 O tema do empreendedorismo não é novo na teoria econômica. Analisando 
as tradicionais formas de capitalismo do século 19 e início do século 
20, o economista tcheco Joseph Schumpeter foi o primeiro a levar a sério
 a força de vontade individual como propulsora de uma economia 
sofisticada como a do capitalismo moderno, onde fatores estruturais 
também influenciam.</p>



<p>Em 1949, Schumpeter definia o empreendedor como &#8220;<strong>aquele
 que destrói a ordem econômica existente através da introdução de novos 
produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização, ou 
pela exploração de novos recursos ou materiais</strong>&#8220;.</p>



<p>Esse capitalista &#8220;<strong>de vanguarda</strong>&#8220;,
 o empreendedor, está no projeto idealizado para as micro e pequenas 
empresas não só no Brasil, mas no mundo todo. França, Inglaterra, 
Estados Unidos e Israel são alguns dos países que têm criado políticas 
públicas para incentivar esse tipo de trabalho.</p>



<p>Como o empreendedorismo é um dos temas importantes da atualidade, há milhares de definições para o empreendedor. Um resumo dos vários conceitos caracteriza o empreendedor como uma pessoa:</p>



<ul><li>Que antecipa tendências;</li><li>Trabalha com vigor e paixão;</li><li>Tem senso de liderança;</li><li>Tem senso de negociação;</li><li>Sabe dividir tarefas e idéias.</li></ul>



<p>Longe
 de ser um dom divino, boa parte dessas características podem ser 
adquiridas com treinamento e desenvolvimento pessoal. Aliás, nenhum 
microempresário nasce sabendo das coisas e sua experiência profissional 
anterior é fundamental para torná-lo um bom empreendedor. No artigo 
sobre idéias de negócios, há alguns pontos para que você possa avaliar 
qual o caminho para ser o dono do seu próprio negócio e um bom 
empreendedor. Outra opção para quem quer ter próprio negócio é optar por
 uma <strong>franquia</strong>. Mesmo que não seja necessariamente uma 
idéia exclusiva do empresário, as características do bom empreendedor 
caem como uma luva para quem quer assumir o desafio de ter uma <strong>franquia</strong>.</p>



<p><strong>As MPEs no Brasil<br> </strong>
 No Brasil, surgem cerca de 460 mil novas empresas por ano. A grande 
maioria é de micro e pequenas empresas. As áreas de serviços e comércio 
são as com maior concentração deste tipo de empresa. Cerca de 80% das 
MPEs trabalham nesses setores. Essa profusão de empresas se deve a 
vários fatores, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e 
Pequenas Empresas (Sebrae).</p>



<p>Desde os anos 90, grandes empresas instaladas no Brasil, acompanhando uma tendência mundial, incentivaram o processo de <strong>terceirização</strong>
 de áreas que não são consideradas essenciais para o seu negócio. Assim,
 começaram a surgir empresas de segurança patrimonial, de limpeza geral.
 Além disso, outras empresas menores, tentando fugir dos encargos 
trabalhistas altíssimos do País (um funcionário chega a custar 120% a 
mais que seu salário mensal), optaram por dispensar seus funcionários e 
contratar micro e pequenas empresas. O Estatuto da Micro e Pequena do 
Brasil, de 1998, já começou a facilitar essa política empresarial.</p>



<p>Além
 disso, o desemprego brasileiro, que historicamente gira em torno de 14%
 &#8211; segundo a metodologia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e 
Estatística), contribuiu para que surgissem mais MPEs. Apesar do sonho 
do seu próprio negócio ser um dos discursos mais comuns entre 
assalariados brasileiros, ser empreendedor (seja micro ou pequeno) é uma
 atividade que ainda tem vários percalços no caminho.</p>



<p><strong>Morte Precoce</strong><br>
 Um dos principais problemas das pequenas e micro empresas brasileiras é
 a sua vida curta. Levantamento do Sebrae, feito entre 2000 e 2002, 
mostra que metade das micro e pequenas empresas fecha as portas com 
menos de dois anos de existência. A mesma entidade levantou o que seriam
 as principais razões, segundo os próprios empresários, para tal. A 
falta de capital de giro foi apontado como o principal problema por 
24,1% dos entrevistados, seguido dos impostos elevados (16%), falta de 
clientes (8%) e concorrência (7%).</p>



<p>Foi olhando esses números que o governo federal criou primeiro o Simples e depois o <strong>Super Simples</strong>,
 que prevê a unificação e diminuição de impostos. Afinal, a mesma 
pesquisa do Sebrae mostra que 25% das empresas que param suas atividades
 não dão baixa nos seus atos constitutivos, ou seja, não fecha 
legalmente sua empresa porque consideram os custos altos. Outras 19% das
 MPEs não fecham por causa do tamanho da burocracia. A <a href="http://www.contavel.com/admin/documentos&amp;id=2"><strong>Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas</strong></a>
 promete desburocratizar parte do processo. Assim, o Estado brasileiro, 
que tem incentivado este tipo de empresa, começa a mudar algumas coisas 
para facilitar a vida dos empreendedores, seja ajudando eles a 
participar de <strong>licitações públicas</strong>, seja ampliando e facilitando suas <strong>linhas de créditos</strong>.</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/como-funcionam-as-micro-e-pequenas-empresas/">Como Funcionam as Micro e Pequenas Empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.contavel.com/como-funcionam-as-micro-e-pequenas-empresas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abertura de Empresa</title>
		<link>https://www.contavel.com/abertura-de-empresa/</link>
					<comments>https://www.contavel.com/abertura-de-empresa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pixel Web Design]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 12:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[abertura]]></category>
		<category><![CDATA[constituição]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/contavel/?p=65</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Banco Mundial, o Brasil é um país que pode levar cerca de 5 meses para se legalizar uma empresa, mas o desemprego, a vontade de ter um negócio próprio, está levando cada vez mais os brasileiros a embarcar nessa aventura que é ser empresário. Por isso planejar é a palavra chave. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/abertura-de-empresa/">Abertura de Empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma pesquisa realizada pelo Banco Mundial, o Brasil é um país que pode levar cerca de 5 meses para se legalizar uma empresa, mas o desemprego, a vontade de ter um negócio próprio, está levando cada vez mais os brasileiros a embarcar nessa aventura que é ser empresário. Por isso planejar é a palavra chave. A seguir passaremos dicas que poderá auxiliar quem, por ventura, esteja com idéia de alçar vôo próprio.</p>



<p><strong>Documentação necessária para Constituição de Empresa, para o caso da Limitada (Ltda):</strong></p>



<ul><li>Duas cópias autenticadas da Carteira de Identidade e CPF/MF dos sócios;</li><li>Comprovante de endereço dos sócios;</li><li>Comprovante de endereço da empresa;</li><li>Nº PIS ou carnê/INSS.</li></ul>



<p><strong>Informações:</strong></p>



<ul><li>Razão/denominação social (nome da empresa);</li><li>Nome fantasia;</li><li>Endereço da empresa;</li><li>Objeto/Atividade empresarial;</li><li>Valor do Capital social;</li><li>Percentual de cada sócio;</li><li>Poder de gerência.</li></ul>



<p><strong>Casos Especiais:</strong></p>



<ul><li>Se houver sócio menor de 21 anos, documentos do responsável legal;</li><li>Se o comprovante de endereço de algum sócio não estiver em seu nome, declaração do proprietário (mesmo que cônjuge) para comprovar endereço;</li><li>Se o sócio for casado, em caso de inscrição no ICMS, cópia certidão de casamento e cópia da carteira de identidade e cópia do CPF do cônjuge;</li></ul>



<p><strong>Observações:</strong></p>



<ul><li>Verificar se nenhum dos sócios (inclusive cônjuge e filhos menores de 21 anos), não tem ou já teve firma em seu nome e/ou se é ou já foi sócio de outra empresa;</li><li>O ICMS não libera inscrição em apartamento.</li></ul>



<p><strong>Aprenda como planejar para montar seu próprio negocio.</strong></p>



<p><strong>1 &#8211; A importância de se desenvolver o Planejamento Estratégico dentro de uma empresa e como identificar de maneira correta o tipo de planejamento que deve ser utilizado.</strong></p>



<p><strong>OS CONCEITOS DE PLANEJAMENTO E DE SISTEMA:</strong><br>Estão ligados às atividades que visam ao sucesso de metas propostas. O diagnóstico em ambientes externos e internos da situação deve detectar problemas e possibilidades de resolução. Esta analise identificam ameaças e oportunidades relativas aos objetivos a serem alcançados, os pontos fortes e fracos.</p>



<ul><li><strong>Corresponde ao assunto abordado</strong> &#8211; pesquisa, produção, marketing, finanças, novos produtos, instalações, recursos humanos, etc.</li><li><strong>Elementos do planejamento</strong> &#8211; propósitos, objetivos, estratégias, políticas, programas, orçamentos, normas e procedimentos. O tempo do planejamento, podendo ser de longo, médio ou curto prazo.</li><li><strong>Unidades organizacionais</strong> &#8211; planejamento corporativo de unidades estratégicas de negócios, de subsidiárias, de grupos funcionais de divisões, de departamentos etc.</li><li><strong>Às características do planejamento</strong> &#8211; podem ser representadas por complexidade ou simplicidade, planejamentos estratégicos ou táticos, confidenciais ou públicos, econômicos ou caros.</li><li><strong>Conseqüência</strong> &#8211; O planejamento é conceituado como um processo desenvolvido para que se alcance numa situação futura o desejado de um modo mais eficiente, eficaz e efetivo, com a melhor concentração de esforços e recursos pela empresa.</li><li><strong>Planejamento</strong> &#8211; Corresponde à definição de inúmeras providências a serem tomadas pelo executivo para a situação em que o futuro tende a ser diferente do passado, entretanto, a empresa tem condições e meios de agir sobre as variáveis e fatores de modo que possa exercer alguma influência; o planejamento é um processo contínuo executado pela empresa independentemente de vontade específica de seus executivos. O processo de tomada de decisão contém os componentes individuais e organizacionais, e a ação nesses dois níveis deve ser orientada de maneira que garanta certa confluência de interesses dos diversos fatores alocados no ambiente da empresa.<br> A atividade de planejamento é complexa em decorrência de sua própria natureza, que é a de um processo contínuo de pensamento sobre o futuro, desenvolvido mediante a determinação de estados futuros desejados e a avaliação de cursos de ação alternativos a serem seguidos para que tais estados sejam alcançados. Isto ocorre dentro de um contexto ambiental interdependente e mutável. O processo de planejar envolve um modo de pensar, e um salutar modo de pensar envolve indagações sobre o que fazer, como, quando, quanto, para quem, por que, por quem e onde.</li></ul>



<p><strong>PRINCÍPIOS DO PLANEJAMENTO</strong><br> As empresas devem respeitar alguns princípios para que os resultados de sua operação saia conforme o planejado.</p>



<p><strong>Princípios Gerais do Planejamento</strong><br> <strong>1- </strong>Da contribuição aos objetivos:</p>



<ul><li>Visar aos objetivos máximos da empresa; deve-se hierarquizar os objetivos estabelecidos e procurar alcançá-los em sua totalidade, tendo em vista a interligação entre eles.</li><li>A precedência do planejamento corresponde a uma função administrativa que antecede as funções de organização, direção e controle.</li></ul>



<p><strong>2- </strong>Da maior penetração e abrangência: o planejamento pode provocar modificações nas características e atividades da empresa.</p>



<p><strong>3- </strong>Da maior eficiência, eficácia e efetividade: o planejamento busca maximizar os resultados e minimizar as deficiências.</p>



<p><strong>Através do planejamento estratégico, a empresa espera:</strong></p>



<ul><li>Conhecer e melhor utilizar seus pontos fortes;</li><li>Conhecer e eliminar ou adequar seus pontos fracos;</li><li>Conhecer e usufruir as oportunidades externas;</li><li>Conhecer e evitar as ameaças externas;</li><li>Ter um efetivo plano de trabalho.</li></ul>



<p><strong>O que setorna uma vantagem competitiva inclui:</strong></p>



<p><strong>O foco no cliente:</strong></p>



<ul><li>A qualidade superior do produto;</li><li>Uma rede de distribuição ampla;</li><li>O valor significativo para o cliente;</li><li>O alto valor de marca e a reputação positiva da empresa no mercado;</li><li>O tipo de custo, ou de técnicas de produção (com baixo custo).</li></ul>



<p><strong>A existência de patentes, direitos autorais e de propriedade industrial:</strong><br>Num mundo competitivo, com mudanças a todo o momento, nenhuma destas vantagens podem ser mantidas por muito tempo. Será necessário um leque de boas ofertas e produtos para uma empresa manter alguma vantagem competitiva. Ou seja, criar uma empresa tão ágil e alerta, que sempre irá encontrar uma vantagem, não importa que mudanças ocorram.<br> Devemos definir que planejamento nossa estratégia quer atingir, para obtermos as vantagens competitivas, selecionando os mercados, e com que produtos iremos competir, e quais os campo de atuação, e que armas utilizaremos.</p>



<ul><li><strong>Preço</strong> (a empresa deve ter preço compatível com a qualidade de seu produto);</li><li><strong>Prazo</strong> (o produto deve ser vendido a vista, ou a prazo, sem juros e com frete incluso);</li><li><strong>Qualidade</strong> (quanto mais tecnologia, ou procedimentos na qualidade, melhor);</li><li><strong>Assistência Técnica</strong> (de preferência em todo território nacional);</li><li><strong>Marca ou Imagem da Empresa ou do produto</strong> (ter fama de produto confiável através valorização da imagem da empresa);</li><li><strong>Prazo de entrega</strong> (imediato, a empresa deve ter um estoque mínimo).</li></ul>



<p><strong>Levantamento das armas de competição que sua empresa utiliza</strong><br>Podemos citar produtos baratos e simples, que geralmente nunca saem do mercado, e mantém-se (sustentabilidade), por longo tempo, em vantagem competitiva. Exemplo: fabricantes de fósforos, clips, velas de cera, velas de carro, cadarços, CD / DVD virgem (mídia), pães, gasolina, lápis, caneta, pizzas, etc.<br></p>



<p>Não necessito citar a forma de produção ou qualidade, pois estes produtos são o que são, e dificilmente existem muitas diferenças, mas seu valor agregado sempre manterá uma vantagem competitiva, pela necessidade que os mesmos possuem no mercado.</p>



<p><strong>4 &#8211; Conclusão</strong><br> Tudo isso só terá resultado se você acreditar em seu empreendimento, se você realmente vestir a camisa, se prepare muito bem para tudo que está por vir.<br> Ofereça produtos de qualidade com preços justos, atenda o cliente de forma correta oferecendo brindes, promovendo sorteios, enfim, encantando seu cliente, tudo isso de uma forma contínua.<br> Esperamos que com este material você possa ter uma idéia do processo de abertura de uma empresa.</p>



<p><strong>Para você futuro empresário, desejamos sorte e muito sucesso.</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.contavel.com/abertura-de-empresa/">Abertura de Empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.contavel.com">Contavel</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.contavel.com/abertura-de-empresa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Minified using Disk

Served from: www.contavel.com @ 2026-03-06 17:17:11 by W3 Total Cache
-->